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quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Escondidinho de carne

Humm, delícia total!

Eu não gosto de carne seca. Acabei fazendo esse escondidinho com carne fresca, desfiável. Não sei identificar as carnes no açougue, mesmo porque eu quase não as como. Compro mesmo para meu marido, e sempre peço "filé mignon", ou "carne para bife molinha", ou "carne de panela" ou "carne para desfiar para colocar na farofa" (rs). Pois bem, a que usei é essa última...

Na verdade eu sei o nome da carme, é "popão", mas acho que a denominação é típica da região onde estou, de forma que não ajuda. Enfim, vc precisa de uma carne que dá para desfiar após cozida e livre de gordura e nervos (é mais fácil de limpar depois de cozida). Acho que com pernil deve ficar ótimo também.

Vai ser difícil dar a receita certinha, pois eu fiz a olho. Mas você adapta as quantidades conforme o número de bocas. A receita dá 4 porções, ou um refratário pequeno.

INGREDIENTES:
  • +/- 400g de carne de panela sem gordura para desfiar
  • 1 envelope de caldo de carne em pó (ou um cubo)
  • óleo para refogar
  • 1/2 lata (daquela pequenininha) de extrato de tomate
  • sal e pimenta a gosto (eu usei uma pimenta de bode vermelha)
  • queijo mussarela ralado para gratinar (pode ser queijo coalho também)
Para o purê de mandioca:
  • 400 a 500g de mandioca cozida bem molinha (eu usei pouco menos da metade de um saco de mandioca congelada)
  • leite
  • creme de leite
  • uma pitada de noz moscada
  • sal e pimenta a gosto
Comece cortando a carne em cubos médios. Leve para cozinhar na panela de pressão na água com o caldo de carne dissolvido (30 minutos mais ou menos).
Enquanto isso, bote a mandioca também para cozinhar.
Após cozida, desfie a carne com as mãos.
Coloque um pouco de óleo (na panela de pressão que usou mesmo) e frite a carne cozida e desfiada, temperando-a com sal, pimenta, o que quiser. Eu usei só sal, a pimentinha de bode e um fio de azeite aromatizado de pimenta.
Adicione a meia lata de extrato de tomate e uma xícara de água. Deixe apurar. Acrescente mais água ou extrato de tomate a gosto. Acerte o tempero.
Deve ficar um molho bem grosso, igual daqueles que servem de recheio àqueles sanduíches de aniversário de criança (hmmm).

Purê: Divida a mandioca em duas partes e bata cada uma com um pouco de leite no liquidificador. A divisão é para facilitar, pois a mandioca fica meio "grudenta" e difícil de bater de uma vez só. Pode juntar tudo na mesma panela em que cozinharam. Coloque leite e creme de leite necessários para dar a aparência de um purê macio à mandioca. Recomendo usar o creme de leite (1/3 da caixinha é suficiente) também porque amacia bastante o purê.
Tempere o purê com sal e uma pitada de noz moscada. Cozinhe uns 10 minutos para apurar, mexendo sempre com uma colher de pau.

Monte o escondidinho num refratário (ou em ramequins individuais): primeiro a carne, em cima o purê e, por último o queijo. Leve para gratinar (se você possui um fogão ou microondas com grill elétrico é só ligá-lo).

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Pão integral (máquina de pão)


Esta é uma receita "flex", pois permite diversos tipos de farinha e, portanto, faz diversos tipos de pão. Eu retirei de um fórum do Cybercook, mas é difícil dizer de quem seja mesmo, pois é encontrada em diversos sites com o mesmo nome de "Pão Integral Perfeito"...

De fato, é a melhor receita de pão integral caseiro que já fiz. Eu usei a farinha de trigo integral com um pouco de gérmen de trigo. Fica leve e saboroso. Quentinho, então...!

As medidas abaixo são as que vem com a máquina de pão, mas se você quiser sovar com as mãos, saiba que um copo = 240 ml.

Aliás, clique aqui para aprender a sovar e assar massa de pão com Olivier Anquier (role até o fim da página e veja as dicas). Ele indica que, para assar no forno a gás convencional, deve-se jogar alguns cubos de gelo sobre o "assoalho" do forno para criar vapor, o que evita que a casca endureça antes do pão estar completamente assado, bem como deixa a casca mais "crocante" ( e não dura).

INGREDIENTES:
  • 1 e 1/4 de copo de água
  • 1/4 de copo de óleo
  • 1 e 3/4 colher (chá) de sal
  • 2 colheres (sopa) de açúcar (eu usei o mascavo)
  • 1 copo de farinha de centeio OU de milho OU integral (eu usei 3/4 farinha integral e 1/4 gérmen de trigo)
  • 3 copos de farinha de trigo comum
  • 1 colher (sopa) de linhaça
  • 2 e 1/2 colheres (chá) de fermento instantâneo (tipo Fermix)
  • 1 colher (chá) de melhorador para pão (adicione 1/4 de colher (chá) de fermento, se não tiver o melhorador)
Eu usei a máquina (CICLO SANDUÍCHE) só até a segunda sova (no tempo 1:55), pois moldei pãezinhos pequenos e uma fôrma de pão pequena com essa massa. Tem que deixar crescer depois por, pelo menos, 1 hora. Os pãezinhos ficaram jóia, mas eu quis fazer aquele "cortinho" no pão com uma faca cega (erro duplo, pois é preciso uma gilete bem afiada) e ele murchou todo, que raiva! Mesmo assim ficou bom! O da fôrma ficou excelente. Vinte minutos de forno são suficientes.

Polvilhei gergelim e aveia por cima do pão, antes de assar.

Pós-post (03/12/09): Agora fiz de novo usando integralmente a máquina de pão (inclusive com o timer para ficar pronto de manhã) e ficou excelente!!! Melhor ainda! CICLO SANDUÍCHE

DICAS PARA QUEM NÃO USAR A MÁQUINA PARA ASSAR:

DICA 1: Cuidado com movimentos bruscos após a massa ter crescido. Qualquer batidinha na fôrma é suficiente para estragar os pãezinhos (o ar sai da massa e os pães murcham). Se acontecer isso, sove tudo outra vez e bote de novo para crescer.

DICA 2: A massa fica mesmo um pouco grudenta. Não coloque mais farinha, exceto a necessária para não grudar na bancada. Na hora de deixar os pães crescerem, polvilhe um pouco de farinha sobre a massa e cubra com um pano. Se não polvilhar, o pano vai grudar e vai acontecer o que eu disse acima.

DICA 3: Para fazer o famigerado "cortinho" corretamente, faça um "estilete" personalizado com um pedacinho de gilete (corte um triângulo) fincado na ponta de um pauzinho (de sorvete, ohashi ou de churrasco). Era assim que faziam antigamente na padaria de meu pai. Cuidado para não se cortar!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Bolo integral de banana

Precisava aproveitar umas bananas para lá de maduras e resolvi fazer esse bolo. Ficou fofinho, excelente!
  • 3 ovos
  • 1/2 xícara (chá) de iogurte natural
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • 1 xícara (chá) de açúcar mascavo
  • 2 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
  • 1 xícara (chá) de farinha de trigo comum
  • 1/2 xícara (chá) da mistura de farinha de trigo integral + gérmen de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó químico
  • 3 bananas
  • uvas passas e castanhas picadas, a gosto (sem exageros)
  • açúcar e canela para polvilhar
Bata no liquidificador os ovos, o iogurte, a essência de baunilha, a manteiga e o açúcar mascavo. Passe para uma vasilha e misture as farinhas (o gérmen de trigo é opcional, desde que mantidas as medidas com as farinhas), o fermento e, delicadamente, as frutas e castanhas. Se preferir, pode deixar as bananas para forrar o fundo da forma antes de deitar a massa nela.
Unte uma forma retangular (dessas para pão) ou outra pequena com manteiga e polvilhe com açúcar e canela. Coloque a massa para assar a 180 graus durante 40 minutos.
Fica uma delícia.
Acredito que também dá certo substituir as bananas por maçãs.

PS: bolos de frutas devem ser guardados na geladeira para não azedarem.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Adoçantes?

Já faz algum tempo que estou preocupada com o consumo do adoçante, especialmente porque eu não sabia nada sobre eles. Sempre desconfiei daquela bruxaria em que um simples gotinha inofensiva podia se transformar em várias colheres de açúcar...ainda mais eu, que sou da época em que não se costumava usar adoçantes com tanta frequência.

Hoje resolvi pesquisar e dividir o resultado com vocês. Esse papo destina-se especialmente aos não-diabéticos. Os diabéticos devem procurar informações específicas sobre qual adoçante podem consumir, já que nem todos são recomendados (alguns possuem alto poder energético, sendo vedados aos diabéticos e eu não desci tão fundo em minha pesquisa, ok?).

A preocupação começou quando minha irmã, formada em odonto, me alertou que o adoçante de cliclamato monossódico e sacarina sódica (aquele transparente e mais barato na prateleira do mercado) pode ser responsável pelo aumento da pressão arterial. Claro que, depois de anos estudando química na escola, deveríamos lembrar que se trata do sódio só de ler a composição química no rótulo.

Trocando em miúdos, e simplificando a coisa de uma maneira bastante "leiga", adoçante de sacarina sódica é sal. Ok, eu sei que sódio não é sinônimo de sal e também não sei se adoçante é um composto iônico formado da reação de uma base com um ácido (definição química de sal, uau!), mas o que importa aqui é a mensagem do dever de moderação para a saúde arterial, especialmente dos hipertensos. Tem umas vovós por aí que ficam "esguichando" adoçante na xícara de café e depois reclamam que sentem cefaléia...cuidado!

O problema é que o mau hábito de uma vida toda vai se manifestar mesmo só lá depois dos 40...e acho que estamos muito promíscuos no uso de adoçantes (e alimentos dietéticos, como os refrigerantes "zero", que contêm adoçantes).

Não é o sal propriamente o vilão das doenças de pressão arterial, e sim o sódio. Claro que o adoçante é só um dos muitos alimentos que consumimos atualmente ricos nesse nutriente (enlatados, embutidos, sopas prontas, caldos em cubinhos, leite e derivados, defumados, frutos do mar...). Segundo a Secretaria da Saúde de São Paulo, "por dia, o consumo ideal recomendado por especialistas é de 2,4g de sódio, equivalente a 6g de sal de cozinha. Mas deve-se levar em conta também o sódio contido em alimentos naturais. O paciente hipertenso deve restringir para 4g de sal por dia ou 1,6g de sódio diários.". Ou seja, é bem pouquinho, considerando a dieta de um dia todo.

Bem, aparte dessa questão, também tinha dúvidas sobre as diferenças entre os adoçantes (sacarina, aspartame, estévia, sorbitol, etc). Em breve resumo, o que me interessou foi descobrir que existem os adoçantes (ou edulcorantes) naturais e sintéticos.

Estévia, frutose e sorbitol, além de calóricos, são naturais (presentes e extraídos de plantas e frutas naturais), enquanto ciclamatos, sacarinas e aspartame são substâncias artificiais não calóricas. Ciclamatos e sacarinas são produzidas a partir de derivados do petróleo...eca! E o aspartame (aquele da gota branquinha e que adoça menos), da combinação de dois aminoácidos, encontrados normalmente nos alimentos (metil-éster-fenilalanina e ácido-aspártico).

Espantou-me o fato do estévia ser extraído de uma planta originária da fronteira do Brasil com o Paraguai e que é o adoçante mais consumido no Japão. E vocês sabem que os japoneses sempre estão um passo (ou vários) na nossa frente...

Há inúmeras especificidades em relação a cada um, de modo que vou deixar os sites que li para vocês mesmo darem uma conferida: clique aqui e/ou aqui. Não deixem de ler, por favor. Cada um tem seus prós e contras (mais contras do que prós), e, na verdade, o ideal é não consumir adoçante nenhum.

Acho que depois de estudar um pouco o assunto, vou começar a introduzir o açúcar mascavo na minha alimentação. Eu já o consumia, mas usava-o mais para fins culinários. O açúcar mascavo contém proteínas, gordura, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B1, B2, niacina, vitamina C, sódio, potássio, magnésio, cobre e zinco. E se tiver que escolher um adoçante, o estévia parece ser o mais indicado, por ser de origem vegetal.

O problema maior é que acostumamos a colocar aquela garrafinha na mesa, não compramos mais açucareiros (reparem nas listas de casamento e chá de cozinha!) e odiamos o açúcar refinado, transformado no belzebu da vida saudável. Não falta razão ao ódio ao açúcar refinado, já que possui zero nutrientes, rouba o estoque de minerais para ser digerido e ainda contêm substâncias cancerígenas. Mas o adoçante não é nada diferente. Por que houve então essa transição tão rápida do açúcar para o adoçante? Só porque é mais leve, dura mais e "não engorda"? É uma espécie de histeria coletiva, um "incidente em antares" mundial.

Na seleção darwiniana do ser humano, acho que os adoçantes não entraram como fator distintivo de nossa evolução. Desse modo, não podemos culpar nosso corpo se não conseguimos processar e excretar corretamente essas substâncias que resolvemos "engolir" só para tentarmos ficar magras. Não podemos desprezar o risco de desenvolver doenças relacionadas à má-alimentação, mesmo porque (exagerando um pouco) ninguém sai por aí engolindo plástico (que também é um derivado do petróleo)...a não ser que um dia inventem que "plástico emagrece"! Brincadeiras à parte, vamos ser mais conscientes com nossas compras. Eu não compro mais aquele adoçante transparente só porque é baratinho. Tô fora!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Esfiha de novo!


Eu já havia publicado uma receita de esfiha síria, da Palmirinha. Veja aqui. Foto ao lado.

Agora eu fiz outra, também da Palmirinha (passou no dia 09/11/09), a qual é um pouquinho diferente. Foto acima.

Como esta receita leva mais água, achei a massa mais maleável e fácil de trabalhar (não fura com o recheio). No entanto, não resultou em uma esfiha tão bonita quanto a síria, pois a firmeza da massa influi na aparência final.

Vocês podem conferir a receita direto no site da TV Gazeta. Mas como eu fiz apenas metade da receita da massa, vou colocar aqui do jeito que eu fiz, especialmente por conta de um detalhe: embora tenha sido metade da massa, eu usei a receita toda do recheio e não sobrou nadinha...

Então, acho que, na receita original, as esfihas ou são pouco recheadas ou são feitas com a massa mais grossa, de modo a render menos esfihas. Não sei.

Só sei que eu fiz a receita abaixo e deu certinho para 20 esfihas médias, sem miséria no recheio! Veja abaixo as fotos com o passo-a-passo para dar uma "idéia" de como fechar as esfihas.

Massa:
  • Aproximadamente 1/2 quilo de farinha de trigo (pode ir mais ou menos)
  • 1 copo (requeijão) de água morna
  • 1/2 copo (requeijão) de óleo
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1/2 colher (sobremesa) de sal
  • 1 ovo pequeno
  • 1 colher (sobremesa) de fermento instantâneo granulado (tipo Fermix) ou 1 tablete de fermento biológico fresco
  • + 1 gema para pincelar as esfihas antes de irem ao forno
Misture a água, o óleo, o ovo e o fermento. Adicione o açúcar, o sal e, por último, vá incorporando a farinha até a massa desgrudar das mãos. Não coloque muita farinha, senão a massa fica dura. Essa massa não precisa ser sovada e não precisa deixar crescer! É só fazer as esfihas (veja foto abaixo).

Recheio:

  • 1/2 kilo de carne moída
  • 1 cebola grande picada
  • 2 tomates picados sem sementes
  • 1/2 xícara (chá) de hortelã picada
  • Suco de 1 limão
  • Pimenta síria, zatar (se tiver) e sal a gosto
Misture todos os ingredientes (é tudo cru, não se refoga este recheio). Coloque sobre uma peneira (ou escorredor de arroz) amparada por uma bacia e leva à geladeira por 1/2 hora para pegar gosto.


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Bolo recheado de abacaxi e creme de côco


Esse bolo foi para o aniversário da minha mãe. Ficou ótimo! Melhor ainda uns dias depois. Portanto, pode fazer com 1 ou 2 dias de antecedência, sempre mantido na geladeira, pois fica geladinho e bem molhado. Só deixe para confeitar com marshmallow no dia de servir! Aliás, não liguem para este confeito, que foi "aprontado" pela minha irmã!

A receita é também um "bolo gelado". Basta colocar a cobertura sugerida a seguir, ao invés do marshmallow, embrulhar os pedaços em papel alumínio e levar para gelar.

Esse bolo eu aprendi a fazer pela TV, há muito anos atrás. É da culinarista Isamara Amâncio e a receita foi apresentada no programa da Ana Maria Braga na Record, o Note & Anote (lembram?). Eu nem tentava cozinhar nessa época ainda...mas nunca esqueci desse bolo que parecia delicioso. O Google ajudou a achar a receita mais ou menos, pois fiz algumas modificações (não ia côco no creme da Isamara).

Na ordem, faça primeiro os recheios e, enquanto esfriam, faça o pão-de-ló.

Recheio de Abacaxi:
  • 1 abacaxi grande maduro (se gostar de um recheio com a fruta mais aparente, deixe alguns pedaços maiores)
  • 1 copo (de requeijão) de água
  • 1 copo (de requeijão) de açúcar (coloque menos se o abacaxi for doce)
  • suco de meio limão
Bata tudo no liquidificador e leve ao fogo para apurar (até perder o aspecto "aquoso"). Vai escurecer um pouco e deve ficar parecido com geléia de abacaxi. Demora um tempinho...Deixe esfriar (pode colocar na geladeira enquanto o bolo assa).

Recheio de creme de côco (ou só de creme, como preferir):
  • 1/2 litro de leite
  • 1 lata de leite condensado
  • 2 gemas
  • 2 colheres (sopa) de maizena
  • um pacote de 50g de flocos de côco (opcional)
  • 1/2 vidro de leite de côco (100 ml) - opcional também
  • 5 gotas de essência de côco ou de baunilha
Faça um creme no fogo com todos os ingredientes, mexendo sempre para não empelotar, até que fique cremoso. Deixe esfriar antes de usar. Despeje em uma travessa e cubra com um plástico (coloque-o encostado no creme para não criar nata). Ponha na geladeira, pois é melhor usá-lo quando estiver durinho (para evitar escorrer do bolo).
Rende bastante! Usando o creme gelado, você consegue fazer duas camadas bem altas de recheio.

Pão-de-ló (receita da Otávia):
  • 6 ovos
  • 2 xícaras de açúcar
  • 3 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de água
  • 4 colheres de sopa de óleo (de soja ou milho)
  • 1 colher de sopa de fermento em pó

Peneire a farinha de trigo com o fermento, e misture o óleo à água. Pré-aqueça o forno a 180°C.

Bata os ovos inteiros com o açúcar, até que fique muito claro, quase branco, e com bastante volume (bata de 7 a 10 minutos).
Abaixe a velocidade da batedeira para o mínimo e despeje a água com o óleo. Desligue a batedeira, e com o auxílio de uma espátula ou do fouet, misture aos poucos a farinha, com cuidado para não perder o volume. Coloque em uma forma untada e enfarinhada ou, de preferência, forrada com papel manteiga (25 centímetros de diâmetro, por exemplo) e leve ao forno até que esteja dourado e um palito, espetado no centro do bolo, saia limpo.
Espere esfriar pelo menos 10 minutos antes de desenformar. Apare as bordas escuras e aplaine o bolo com uma faca antes de rechear.

Calda para regar o pão-de-ló:

  • 200 ml de leite de côco
  • 1 copo de leite
  • 1 colher de sopa de açúcar
Só misturar e regar. Fica o gosto forte do leite de côco.

Outra opção é usar guaraná ou a calda de uma lata de abacaxi em conserva (você pode usar o abacaxi para decorar); mais simples impossível.

Montagem:

Parta o seu pão-de-ló na transversal duas vezes, de modo que você tenha três andares de bolo e dois andares de recheio. Clique aqui para saber como cortar com uma linha de costura.
Regue a base do pão-de-ló e coloque uma camada do doce de abacaxi e uma camada bem generosa do creme. Cubra com a parte do meio do pão-de-ló, regue de novo e repita os dois recheios. Termine com a última parte do pão-de-ló e regue finalmente.

Cobertura:

Opção 1: Confeite do modo que preferir. Eu recomendo usar marshmallow. Tem uma receita boa nos comentários desse post aqui.
Eu fui preguiçosa e usei um preparado em pó para marshmallow da marca "Duas Rodas Industrial" para o qual basta acrescentar água e bater durante 10 minutos (meio pacote de 500g foi suficiente para confeitar um bolo redondo de 25 cm). Pode ser encontrado em lojas especializadas em artigos para festas. Ficou muito gostoso, durinho e foi super fácil!

Opção 2: Para fazer o "bolo gelado", faça uma cobertura com 2 claras em neve, 2 colheres (sopa) de açúcar e 1 lata de creme de leite sem soro, mexendo tudo suavemente. Espalhe sobre o bolo. Polvilhe côco ralado. Corte em pedaços, embrulhe-os e leve para gelar.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Docinhos!


Imagem retirada da web. Não são meus...mas estão uma belezura!

Essas receitas abaixo são muito fáceis de fazer e, como perceberão, possuem a mesma base (leite condensado + manteiga). Todos os docinhos têm o mesmo "modo de fazer", ou seja:

"Misture tudo numa panela (de preferência de teflon) e leve ao fogo brando, mexendo sempre. O ponto certo é quando toda a massa desgrudar do fundo da panela (você passa a colher no fundo e percebe que a massa - como um todo - prefere grudar na colher do que na panela). Tire do fogo imediatamente após atingir o ponto, para não ficar muito duro (lembre-se que a massa endurece um pouco após esfriar). Unte um prato fundo com manteiga e despeje nele o conteúdo da panela para esfriar (vai cair tudo de uma vez, como uma massa mais ou menos compacta, este é o ponto certo).
Cuidado para não deixar muito duro (gruda nos dentes), nem muito mole (não dá para enrolar).
Após frio, unte as mãos com manteiga e faça bolinhas do mesmo tamanho, com a ajuda de uma colher para medir a massa de cada uma."

Brigadeiro escurão
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher de sopa de manteiga sem sal
  • 3 colheres de sopa de cacau em pó (pode ser chocolate, mas com o cacau fica menos doce e mais escuro, o que agrada ao paladar dos adultos e, principalmente, dos homens)
  • chocolate granulado para passar os docinhos
Bicho-de-pé
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher de sopa de manteiga sem sal
  • 4 colheres de sopa de Quick sabor morango OU uma caixinha de gelatina de morango (uma coisa ou outra, você escolhe)
  • opcional: um pacote de 50g de côco ralado
  • açúcar cristal para passar os docinhos
Obs.: eu não sei, mas desconfio que você pode inventar mil e um sabores (e cores) só mudando o sabor da gelatina....e talvez usando umas gotinhas de essência da fruta escolhida.

Beijinho de côco/Olho de sogra/Moranguinho
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher de sopa de manteiga sem sal
  • 1 pacote de 100g de côco ralado (pode colocar o quanto quiser, inclusive menos)
  • côco ralado ou açúcar cristal para passar os docinhos
  • cravo da índia para enfeitar
Obs 1: com a mesma receita + 2 gemas você tem o "olho de sogra". Este você faz assim: coloca cada bolinha dentro de uma ameixa seca aberta e passa no açúcar cristal (para ficar parecendo com o olhão bem aberto da sogrona te espiando!).

Obs2: com a mesma receita (ou com a receita do bicho-de-pé) você pode também fazer o "moranguinho". Basta fazer cada bolinha no formato de um morango, fincá-la com um palito e passá-la numa mistura feita com: um pacote de gelatina de morango + 1/2 xícara de água quente (fica uma calda grossa; não ferva essa mistura). Deixa escorrer um pouco e passa no açúcar cristal.

Cajuzinho
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher de sopa de manteiga sem sal
  • 1 xícara de amendoim sem casca torrado e moído
  • opcional: uma colher ou duas de chocolate em pó (eu não coloco)
  • açúcar cristal para passar os docinhos e amendoins inteiros para enfeitar
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Coloque em forminhas forradas com plastiquinhos. Valoriza o docinho e, hoje em dia, há inúmeros tipos de embalagens diferentes para escolher, bem baratinhas. Também há inúmeros tipos de cobertura para passar os docinhos (como estrelinhas coloridas, bolinhas de chocolate, etc). Use a criatividade.
Recomendo utilizar um "ajudante" na hora de passar os docinhos na cobertura, para não sujar as mãos enquanto enrola o resto da massa.

Post-post (20/10): Lembrei-me que no meu casamento teve brigadeiro caramelizado (é o docinho mais em cima da foto). Achei uma receita no site da Nestlé. Clique aqui para ver.

Gostou, Dani? Facim, facim...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Pão de mel do Mosteiro de São Bento


Receita extraída da revista Gula, edição 198. Só acrescentei o cravo em pó, porque eu acho que pão de mel tem que ter cravo em pó. Rende bastante, uns 20 pães de mel, dependendo do tamanho das forminhas. Eu fiz a receita numa fôrma só e depois cortei, mas aconselho o uso das forminhas individuais pois, na hora de banhar no chocolate, fica muito mais fácil (sem migalhas).

Nunca comi os pães de mel do Mosteiro de São Bento. Aliás, passei 5 anos da minha vida estudando a alguns metros de lá e nunca ouvi falar que o Mosteiro vendia guloseimas! Que mal informada! Por isso, não sei se ficaram parecidos. Mas ficaram gostosos e fofinhos!

  • 2 xícaras (chá) de mel (pode ser aquele que a gente fica na dúvida se é melado, desde que esteja consistente como mel...também dá certo!)
  • 60 g de manteiga
  • 2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • 1 colher (chá) de canela em pó (eu coloquei 2)
  • 2 colheres (chá) de cravo em pó (ingrediente adicionado por mim)
  • 1 cálice de conhaque Cointreau (pode substituir por outra bebida alcoólica)
  • 3 colheres (sopa) de chocolate em pó
  • 1 xícara (chá) de leite morno
  • 1 xícara (chá) de amêndoas moídas (eu usei castanhas-do-pará)
  • 4 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento químico em pó
  • 600 g de cobertura hidrogenada de chocolate ao leite (ou meio amargo)
  • 300 g de geléia de frutas para o recheio (eu usei doce de leite, mas pode ser beijinho, brigadeiro, qualquer coisa!)
Junte os ingredientes secos numa vasilha (exceto o chocolate, que é para banhar, e o recheio, claro!) . Numa batedeira, misture o mel e a manteiga até obter um creme. Junte os ingredientes secos que foram previamente misturados e bata mais um pouco. Coloque para assar em forminhas untadas e enfarinhadas e asse em forno médio (180 graus) por cerca de 30 minutos.
Para rechear, espere os pães de mel esfriarem.
O resto vocês já sabem: derreter o chocolate (derreta 2/3 no microondas e adicione depois o 1/3 restante, mexendo vigorosamente) e dar o banho nos pães. A cobertura hidrogenada é melhor que o chocolate puro porque não derrete ao contato com as mãos e não precisa de temperagem. 
Ficam deliciosos! Se quiser, enfeite com uma castanha ou amêndoa.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Couscous Marroquino

Não tem foto...não deu tempo. Mas ficou delicioso e muito parecido com que comi uma vez num restaurante marroquino em Pinheiros, São Paulo (acho que se chama Agadir). Rende 4 porções:
  • 0,5 kg de peito e sobrecoxa de frango (ou misture frango + lombo ou a carne que quiser)
  • 2 dentes de alho
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • suco de 1 limão
  • azeite de oliva para dourar a carne
  • pimenta vermelha (eu usei meia tabasco ressecada da minha horta. Um pouquinho de pimenta deixa o prato mais especial, mas bem pouquinha)
  • 1 cebola média picada
  • 2 tomates sem sementes picados
  • 1 colher (sopa) de curry
  • 1 folha de louro
  • 1 galho de alecrim
  • uvas passas a gosto
  • 250g de couscous marroquino
Comece temperando as carnes com sal, os alhos, o suco do limão e a pimenta. Deixe tomar gosto por 15 minutos.

Doure a cebola no azeite. Junte as carnes e refogue bem.

Junte os tomates, as uvas e os temperos (curry, louro, alecrim) e cubra com água fervente, até dois dedos acima da carne. Cozinhar em fogo brando até amaciar. Acerte o sal, se precisar.

Coe uns 2 copos do líquido que se formou nesta panela, mas reserve um pouco para a montagem do prato.

Levar o líquido coado ao fogo em outra panela, e, quando ferver, junte o couscous e mexa com uma colher de pau até engrossar (absorve o líquido bem rápido, mas continue cozinhando por uns 5 minutos).

Monte o prato assim (use um prato fundo ou ramequim):
1) uma conchinha de caldo
2) uma porção do refogado de carne
3) uma porção generosa de couscous
4) outra pequena porção do refogado, mais ao centro do prato.

Sirva, à parte, numa molheira, o restante do caldo do cozimento. Você pode regar seu prato com mais caldo, se quiser.

Não deixe de usar as uvas passas...elas são, na minha opinião, o "pulo de gato" do prato.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mulheres de Minas e os Sabores das Gerais

Estava pesquisando uns cursos no site do Senac-MG e encontrei um link para um livro de receitas virtual só com receitas mineiras, uma parceria do Senac com o Conselho Estadual da Mulher. Tem uns trem bão dimaisss...

Para acessar clique aqui.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Panquecas Americanas

Humm, que delícia! Pena que não tem maple syrup nem blueberries no Brasil...ai, dá água na boca só de pensar!
Peguei essa receita no Youtube (ééé, você sabia que o Youtube tem vários vídeos de receitas?). Está em inglês. Você pode assistir ao vídeo clicando aqui.
  • 1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 3 colheres (chá) de fermento em pó (para bolos)
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 e 1/4 xícara (chá) de leite
  • 1 ovo
  • 3 colheres (sopa) de manteiga derretida

Misture os ingredientes secos. Depois misture o restante dos ingredientes. Use uma concha para pegar a massa e levar à frigideira (é o tamanho certo, não deixe muito fina). Você deve untar a frigideira com manteiga ou óleo caso não seja de teflon.

Tampe a frigideira e espere uns segundinhos. Use uma espátula para virar a panqueca (veja que ainda estará meio "molhada" por cima, mas não faz mal, pois se você virar rápido, não escorrerá). Aperte a panqueca contra a frigideira para cozinhar no meio.

Sirva com geléia, mel, manteiga, leite condensado, frutas caramelizadas, qualquer coisa!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Arroz com lentilha e calabresa

Estou demais, hein? Três posts seguidos! Leiam todos, viu!

Esta é uma receita meio coringa, porque é fácil de fazer e é completa, dispensando complementos. Quantidade dá para 4 pessoas.

  • uma xícara de arroz parbolizado
  • uma xícara de lentilhas* pré-cozidas "al dente" (durinhas) - se deixar de molho de um dia para o outro não precisa pré-cozinhar
  • uma calabresa fatiada
  • uma cebola grande picada (não diminua!)
  • 2 dentes de alho
  • óleo ou azeite para o refogado
  • sal e pimenta a gosto (ou dois cubos de caldo de calabresa)
  • salsinha fresca para decorar

Refogar o alho e a cebola no óleo por bastante tempo, até a cebola ficar douradinha, quase queimando. Claro, não deixe queimar porque fica amargo, mas a cor da cebola é essencial para o arroz ficar marronzinho. Coloque o arroz e refogue mais um pouco. Depois misture o restante dos ingredientes e preencha com água até 1 dedo acima do arroz (pode colocar um pouco de vinho branco, se quiser). Cozinhe em panela tampada, mas não deixe a água secar completamente. Este arroz é melhor molhadinho e bem quente, como um risoto.

Coma assim que desligar o fogo, senão ele resseca e não fica tão gostoso. A salsinha dá aquele "tchãns".

*Dizem que a lentilha é rica em ferro e fibras solúveis e que deve ser cozida após um molho de 12 horas em temperatura ambiente ou 2 horas em água quente (para liberação do enxofre). E que para absorção do ferro, é bom combinar um alimento rico em vitamina C, como tomate, brócolis, pimentão e frutas cítricas. Se eu estiver errada, me corrijam!!!

domingo, 6 de setembro de 2009

Costelinha suína com batatas na pressão

Boa dica para um almoço de sábado, embora eu não coma costela, só a batata...gosto de fazer para os gulosos. Quantidade dá para 3 pessoas.
  • uma costela suína pequena
  • uma xícara (chá) de vinho branco seco
  • suco de um limão
  • sal, pimenta do reino, dois dentes de alho
  • alecrim, se gostar

Separe as costelas e tempre com o sal, a pimenta, o alho, o suco do limão e o alecrim (esfregue o tempero na carne). Coloque dentro de um saquinho plástico e derrame o vinho dentro. Embrulhe para fazer uma marinada e deixe na geladeira por uma hora.

Enquanto isso, descasque duas batatas e corte uma cebola grande em rodelas finas. Reserve.

Após marinar, retire as costelas do saquinho (não despreze o líquido). Frite-as dos dois lados com um pouco de óleo numa panela de pressão. Após corarem, adicione o líquido da marinada que ficou no saquinho, um caldo de bacon em pó, um pouquinho de água e distribua as rodelas de cebola sobre as costelinhas. Tampe e deixe na pressão por 15 minutos.

Após esse tempo, tire a pressão da panela, abra-a e adicione as batatas cortadas em rodelas grossas sobre as costelas. Mexa levemente e volte a panela à pressão por mais 10 minutos. Se tiver secado muito o molho, adicione mais um pouquinho de água.

Está pronto. Fica uma costela macia e o molhinho fica uma delícia.

Você pode fazer um arroz e botar um feijãozinho branco (com calabresa) para cozinhar, pois são ótimos acompanhamentos. Eu fiz também uma farofa de banana-da-terra com uvas passas...ficou ótima!

Carnation Chocolate Fudge Cake


O chocolate fudge cake é um bolo clássico da Inglaterra, uma sobremesa bastante comum em restaurantes e na hora do chá. Come-se levemente requentado, para o recheio e a cobertura ficarem cremosos e derreterem na boca.

A maioria das receitas leva manteiga para fazer o "fudge", mas essa receita abaixo, retirada do site da Nestlé inglesa, leva só doce de leite e chocolate (menos gordura saturada, porém mais açúcar). Reparem que também o bolo leva óleo vegetal ao invés da manteiga, com mais redução do teor de colesterol e gordura saturada.

O tal "Carnation caramel" nada mais é que nosso doce de leite; "Carnation" é a marca da Nestlé.


Para quem entende inglês (com bastante sotaque!), aqui vai a receita e o vídeo do chef Phil Vickery preparando-a: clique aqui.

Ingredientes:
  • 175g de farinha de trigo
  • 2 e ½ colheres (sopa) de cacau em pó
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 150g de açúcar refinado (eu coloquei menos...)
  • 2 ovos
  • 150ml de óleo de milho
  • 150ml de leite
  • 2 colheres (sopa) de extrato de baunilha

Pré-aqueça o forno a 180 graus. Misture numa vasilha os ingredientes secos (peneirados) e, em outra, os ingredientes molhados (inclusive os ovos) com duas colheres de sopa do doce de leite que usará para a cobertura e recheio. Misture o conteúdo das duas vasilhas, mexendo com um fouet ou uma colher de pau. Coloque em uma fôrma redonda (pequena) forrada com papel manteiga e leve para assar durante 40 minutos (teste com um palito). Mesmo que você não saiba inglês, assista ao vídeo para ver como é fácil de preparar.

Para cobertura e recheio:

  • 125g de chocolate meio amargo
  • 397g de doce de leite pastoso (eu usei apenas uma embalagem de 300g da marca Camponesa, da Embaré)
  • 1 colher (sopa) de açúcar de confeiteiro

Derreta o chocolate (1 minuto no microondas) e misture com os demais ingredientes. Use como recheio e cobertura.

Fica mais gostoso comer este bolo após aquecer o pedaço durante 15 segundos no microondas.

PS: este bolo fica um pouquinho "pesado". Para um bolo mais leve, veja a receita do pão de ló de chocolate da Otávia.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Pão-de-ló de chocolate

Essa receita foi a Otávia Sommavilla quem me deu (link para o site abaixo). É fantástica, o pão-de-ló fica super fofinho, perfeito para rechear. Essa foi a receita do meu bolo de casamento! A Otavia também apresentou essa receita no programa da Palmirinha (muito chique!) e você pode pegar aqui no site da TV Gazeta; aqui no blog dela ou no final deste post.


O recheio é de ganache de chocolate. Clique aqui e veja uma dica minha de como cortar as camadas do seu bolo de um jeito bem fácil, usando uma linha de costura.

A pasta americana é pronta e também foi dica da Otávia, pois eu nem sabia que existia. Você compra o pacotinho e só amacia ela com um pouco de açúcar impalpável (eu usei Glaçúcar batido no liquidificador mesmo...). A que comprei é da marca Pastamix e custou R$ 9,50. Sobrou quase metade.

A pasta americana se abre como uma massa de pão, é super fácil. O difícil é acertar o formato do bolo, não sabia o que fazer com as dobrinhas da massa! Então, como sou amadora e estava só brincando, coloquei uns coraçõezinhos de chocolate feitos com cortadores (derreta o chocolate e passe uma camada fina sobre uma folha de papel manteiga; depois de endurecer, use o cortador). Não use recheios molengas quando usar pasta americana pois, se "babar" para fora, a pasta americana molha e fica difícil de trabalhar. Por isso a ganache de chocolate é indicada, pois é como uma trufa.

Mas, verdade seja dita: o bolo fica até que bonitinho e a pasta é gostosa, mas boa mesmo é cobertura tradicional, aquela bem melequenta! A pasta americana não agrada a gregos e troianos e muita gente separa na hora de comer.

Pão de Ló de chocolate da Otávia Sommavilla:
  • 2 XÍCARAS (CHÁ) DE FARINHA DE TRIGO
  • 1 XÍCARA (CHÁ) DE CHOCOLATE EM PÓ (eu usei 1/3 de cacau em pó e 2/3 de chocolate em pó)
  • 1 COLHER (SOPA) DE FERMENTO EM PÓ
  • 2 XÍCARAS (CHÁ) DE AÇUCAR
  • 1 XÍCARA (CHÁ) DE ÁGUA
  • 4 COLHERES (SOPA) DE ÓLEO
  • 6 OVOS
Modo de fazer: Peneire a farinha, o chocolate em pó e o fermento. Reserve. Misture a água e o óleo em um recipiente. Reserve. Na batedeira, bata os ovos com o açucar até ficar esbranquiçado e aumentar de volume (cerca de 10 minutos). Coloque a batedeira na velocidade baixa e despeje a mistura de água e óleo. Retire da batedeira, e com o auxílio de uma espátula ou batedor manual (fouet) acrescente a mistura de farinha e chocolate aos poucos, mantendo o volume da mistura. Leve para assar em forno a 180 graus, em forma untada e enfarinhada (eu usei papel manteiga), até que ao espetar um palito no centro do bolo este saia limpo. Para fazer o bolo maior, são necessárias 2 receitas, cada uma feita em uma forma redonda de 30 cm de diâmetro. Para o bolo menor, basta uma, assada em duas formas de 20 cm de diâmetro. Fonte: http://www.tvgazeta.com.br/tvculinaria/site/culinaria_receita.php?id=2232

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Ó, Minas Gerais...

Final de sábado, gente "tonta" resolve aproveitar a carne ressecada da churrasqueira e fazer uma tal de "paçoca de carne", uma espécie de farofa na qual a carne fica toda incorporada à farinha, como se fossem uma coisa só. Fica parecida com paçoca de amendoim, por isso, talvez, o nome.
Feita no pilão grande, precisa de "braço" masculino. Não me perguntem a receita, pois quem cozinha de fim de semana são os homens! Mas vai carne ressecada (pode ser bem fritinha), farinha de mandioca, um pouco de cebola, pimenta e tempero em geral e bate-se no pilão por vários minutos, ou será que foi hora? No final, vai tudo para uma vasilha e para as colheres "comunitárias", porque aqui ninguém liga em lamber a colher do próximo, apesar da gripe suína!
Cenas que só se veem nas Minas Gerais (ou que, pelo menos, eu só vi aqui).
Falei que ia tirar as fotos e colocar no blog e fiz mesmo, viram?!

Brownie Cookies da Cinara

Mais uma receita do blog da Cinara. Mas também, é uma delícia atrás da outra! Esses brownies são uma tentação e o terror do regime! São macios e ficam melhores quentinhos, esquentados 15 segundos no microondas.
Fiz esta receita para aproveitar o pacote de gordura vegetal que abri para fazer a apple pie (post abaixo).
Receita aqui.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Apple Pie ou Torta de Maçã



Fiz a Old Fashioned Apple Pie do Cinara's Place. Ficou maravilhosa! Massa crocante e recheio azedinho doce. O gosto é parecido com a da torta de maçã do McDonald's (de verdade!) exceto pelo fato de que não ficou tão molhadinho, algo que se corrige diminuindo um pouco a farinha do recheio, eu acho.

Como a Cinara, também fiz de véspera a massa e o recheio. O recheio juntou um pouco de água, que eu desprezei antes de usar, o que pode ter concorrido para a falta do "molhadinho"do recheio que senti.

A receita você pega aqui.

Pós-post (26/11/09): Na segunda vez em que fiz essa torta, fotografei um passo-a-passo (reparem que meu "mixer" é, na verdade, o "kit choper", aquele triturador manual vendido no programa da Palmirinha). Vejam a receita no link acima.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Devaneios noturnos sobre gastronomia

Estava viajando pela internet e pensando em várias coisas ao mesmo tempo quando, de repente, me lembrei de alguns pratos (deliciosos, já adianto) que comi em restaurantes finos (sabe, aqueles de porções pequenas e caras, que muita gente critica?).
Numa conversa muito agradável com alguns amigos novos, há alguns dias atrás e num lugarejo muito inusitado para se ter esse tipo de conversa, comentávamos sobre o trabalho do chef de cozinha e aprendi uma lição - básica mas não óbvia: ninguém precisa encher um prato, se empanturrar, para ter prazer ao comer. Às vezes, a experiência está em saborear a comida. Sentir prazer com a mistura correta de aromas e sabores, ainda que seja numa só colher!
Essa lição só fez sentido para mim porque eu já tive a sorte de participar de umas aventuras gastronômicas (e eu digo "sorte" porque essas aventuras geralmente são muito caras...e não fui eu quem pagou a conta...hehe) e a verdade da assertiva se encontrou com a lembrança inapagável do sabor que alguns desses "pequenos" pratos deixaram na minha memória.
O primeiro prato, foi, na verdade, uma xícara - pouco maior que uma xícara de café - cheia de uma espécie de sopa fria sabor sardinha. Qualquer pessoa com um mínimo de "preconceito gastronômico" (acabei de inventar essa expressão) nunca enfiaria um troço desses na boca, assim, de uma vez - e olha que eu adoro sardinha porque sou de origem lusitana! Ainda bem que estávamos no clima de aventura! Nunca mais esqueci do sabor daquele negocinho...era como comer 10 sardinhas ao vinagrete ao mesmo tempo, sem precisar mastigar. Mesmo quem não gosta de sardinha há de convir que é, pelo menos, extraordinário criar um prato com tanto sabor em tão pouco espaço!
O segundo prato - cuja lembrança motivou este post - era uma entrada sensacional....linda e deliciosa. Uma pêra roxinha (provavelmente cozida no vinho) e aberta como um leque em cima de um patê, terrine, não sei, de queijo de cabra. Nossa Senhora, só de lembrar dá agua na boca! O doce da pêra com o azedo do queijo eram perfeitos e me fizeram até imitar essas peruas de novela e "mandar meus cumprimentos ao chef"....chique....rs.
Também comi escargot achando que era outro prato e achei bom. Mas isso é outra história...porque comer caracol não dá! Só enganada mesmo. rs....
Enfim, não é a tôa que os cursos de gastronomia estão tão populares hoje em dia. Há algo por detrás da comida além do mero cozinhar e alimentar.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Mr. Breakfast


Quem gosta de café da manhã inglês?


Numa viagem que fizemos, meu marido adorou comer ovos mexidos (scrambled eggs) com sausages (isso não tem igual no Brasil: uma mistura de salsicha com linguiça), tomates grelhados, bacon, cogumelos salteados, purê de batata prensado e feijão ao molho de tomate adocicado...é isso mesmo. Estranho? Eu achei que ia vomitar só de sentir o cheiro, mas não é que tudo é gostoso mesmo? E com uma fatia de pão torradinho e com a deliciosa manteiga que eles consomem, fica melhor ainda.

Fui procurar a receita dos scrambled eggs, pois sei que eles são feitos com leite (ficam bem macios e úmidos) e achei este site malucão, com um monte de receitas em inglês só para Breakfast (o site é americano)! Vou aproveitar e pegar a receita das french toasts...hummm. Enjoy!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Esfiha Síria

Essa receita é da Palmirinha Onofre. A massa fica ótima, igual a de lanchonetes. Fiz algumas adaptações.

Fiz só metade da receita abaixo e deu 18 esfihas grandes (do tamanho das de lanchonete). Mas faltou recheio para 4 esfihas...então as fiz aberta de ricota com requeijão de bisnaga. Todas ficaram boas. Portanto, a receita dá para umas 36 esfihas grandes (talvez seja bom aumentar um pouco o recheio). A Palmirinha diz que rende 50, mas são das menores.

Massa:
  • 1 kg de farinha de trigo*
  • 250 mL de água morna
  • 1 copo (tipo americano) de óleo
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sopa rasa) de sal
  • 3 tabletes de fermento para pão (eu usei o biológico seco, tipo Fermix - 2 colheres de sopa rasas)
  • 1 gema para pincelar

*: eu usei 90% farinha de trigo e 10% de semolina...sei lá, dizem que essas grandes redes usam a semolina na esfiha e eu queria experimentar! Sabe, é aquela farinha granuladinha meio amarelada, que a gente encontra em volta da esfiha do Habib's e que todo mundo pensa que é fubá...não sei dizer a diferença em usar a semolina, mas acho que dá um resultado mais profissional (maciez e leveza).

Recheio:

  • 1/2 Kg de carne moída
  • 1 cebola grande picada
  • 2 tomates picados
  • um maço de cheiro verde picadinho
  • uma raminha de hortelã (opcional)
  • suco de limão
  • sal e pimenta a gosto (use 2 colheres de chá de pimenta síria, que dá um sabor bem paulistano - e sírio - à esfiha)

Misture tudo em um recipiente. Em seguida, escorra sobre uma peneira por 2 horas.

Massa:

É só misturar tudo e sovar bem. Guarde um pouco de farinha (ou semolina) para sovar.

Se usar o fermento fresco, dissolva antes com um pouco de açúcar e água morna.

Divida a massa em bolinhas correspondentes à cada esfiha, do tamanho que você quiser. Distribua sobre uma superfície enfarinhada e deixe descansar, cobertas com um pano, por aproximadamente 1 hora.

Depois abra com o rolo em formato redondo (use um cortador, se não conseguir) até atingir 0,5 cm de espessura. Coloque o recheio (nada de muquiranice nem de exageros, senão falta ou vaza!). Feche as pontas apertando com os dedos (sem encostar no recheio, senão não fecha) formando um triângulo. Se não apertar direito, vazará!

Eu coloco na fôrma com as pontas viradas para baixo, mas você pode deixá-las para cima. Pincele a gema. Leve ao forno pré-aquecido (200ºC) por aproximadamente 40 minutos ou até que elas corem. Não use o forno a menos de 200ºC porque senão demora muito a assar e fica dura (perde muita umidade).

As minhas ficaram um pouquinho duras logo depois de assar (eu errei a temperatura do forno), mas no dia seguinte estavam super macias. Gostei bastante desta massa.

domingo, 7 de junho de 2009

Iogurte caseiro

Esta é a receita do iogurte natural caseiro. Sem acrescentar sabor, fica igual àqueles de potinho que compramos no mercado. Adicionando a gelatina e o leite condensado (como vou explicar abaixo), fica igual "Dan'up". Dá para beber no copo ou até comer de colher. Como demora algumas horas para ficar pronto e outras tantas para gelar, recomendo fazer à noite, de um dia para o outro.
  • Um litro de leite UHT (de caixinha) de qualquer tipo, de preferência integral, OU um litro de leite de saquinho (tipo B ou C)
  • Um potinho de iogurte natural pronto de qualquer marca (eu usei o integral)
  • 3 colheres de sopa de leite em pó, se usar leite UHT, ou 1 colher de sopa, se usar leite de saquinho
Para dar sabor:
  • Uma caixinha de gelatina do sabor de sua preferência (ou de pudim, por exemplo, de côco)
  • Uma caixinha de leite condensado
Aqueça o leite UHT até 46ºC. Não precisa ferver se for UHT, basta aquecer. Mas se for de "saquinho" ou "de roça", tem que ferver antes e esperar esfriar até 46ºC (truque: coloque o dedinho no leite - a temperatura correta é aquela em que você aguenta ficar 10 segundos seguidos com o dedo dentro do leite).

Ao atingir a temperatura correta, tire eventuais natas e, numa vasilha/panela com tampa do tamanho certo para a quantidade (não deixar sobrar muito espaço com ar), acrescente o potinho de iogurte (lambuze todos os lados da vasilha), o leite em pó e misture levemente com o leite.

Coloque a vasilha em um local abafado, como dentro do microondas desligado ou dentro de um isopor, enrolada em panos de prato ou jornal. O ambiente eleito deve manter a temperatura "morna" do recipiente por, no mínimo, 6 horas (ideal: 10 a 12 horas) e você não deve mexer no iogurte durante a preparação!

Eu usava a iogurteira "Fun Kitchen" e não usava o leite em pó. Mas, não sei se eu fazia alguma coisa errada, o iogurte ficava com muuuuito soro, mole e cheio de grumos. Abandonei-a.

Achei muito melhor fazer pelo método tradicional, usando uma "tupperware" enrolada no pano e guardando no forno desligado ou no microondas. Faço de noite e, na manhã seguinte, já está perfeito. A adição do leite em pó também diminuiu a quantidade de soro e, por conseguinte, a consistência ficou muito mais cremosa. Veja a foto ao lado.

Aqui já temos o iogurte "natural" cremoso. É só mexer bem e colocar para gelar numa garrafa ou em potinhos individuais.

Para adicionar sabor:

Faça a gelatina só com metade da água indicada na caixinha. Deixe esfriar.
Após fria, misture com uma colher, ou usando o liquidificador: a gelatina, o leite condensado (se não gosta muito doce, não coloque tudo) e o iogurte (1 litro).
Após pronto, coe com uma peneira fina antes de gelar (para eliminar qualquer gruminho).
Agora é só dividir em taças ou colocar em uma garrafa e botar para gelar de novo por umas 12 horas (o meu ficou mais firme no dia seguinte ao que ficou pronto, parecendo com uma mousse mole).
Obs: O liquidificador deixa o iogurte aerado, com aspecto de mousse. Se não quiser esse efeito, misture com uma colher.

Para fazer com sabores de pudim, é só diluir o pó para pudim em metade do leite indicado na caixinha e fazer o mesmo processo indicado acima. Uma amiga minha mistura o pó direto no iogurte. Você escolhe.

Li em um fórum algumas pessoas que batem o iogurte com Tang e dizem que fica bom...não me agradou a idéia de perverter o iogurte caseirinho com o industrializado Tang (embora a gelatina não fique longe...), mas, fica aí a dica.
  • Para fazer iogurte com base de morangos em calda, tipo "Dan Fruit" ou "Dupli":

É só fazer um doce com morangos picados e um pouco de açúcar cristal. Não precisa colocar água. Leve ao fogo e deixe metade da água que os morangos soltarem evaporar. Deixe esfriar e use. Se você fizer o iogurte sabor morango com os morangos em calda, seu iogurte vai ficar "igualzinho" ao industrial!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Torta três mousses com coulis de amoras


Outra torta chique de servir. Só que, como podem ver, a minha só tem "duas mousses" pois achei (com razão) que minha fôrma não teria altura para as três. Portanto, você precisará de uma fôrma de aro desmontável alta.

A receita original é do site Prato Feito (o link parece ter caído, então copiei abaixo a receita).

Dica: use creme de leite que "bate chantilly" (tipo Chanty Mix) para facilitar sua vida.

Dou outra dica: se sua fôrma não for inoxidável, não deixe sua torta nela após gelada. A umidade pode produzir oxidação que passa para a torta e a estraga (já aconteceu comigo). Eu asso o bolo base numa fôrma de teflon (do mesmo diâmetro) e depois transfiro este bolo para a fôrma de aro removível, devidamente forrada com papel manteiga, para montar as camadas de mousses (estão vendo, na foto, um amassadinho? Foi o papel manteiga que não ficou lisinho...). Cada mousse demora 30 minutos para gelar e endurecer. Depois de pronta, já desenformo a torta num prato para bolo, sendo que o papel manteiga ajuda a levantar toda a torta mais facilmente e transferi-la para o prato (você retira o papel antes, é claro).

A calda de amoras tem patrocínio da minha amiga Helse, que me deu essas frutinhas há um tempão (colhidas dos pés ali vizinhos de sua casa...). Estavam congeladas, viu Helse!


Massa:
  • 2 ovos
  • 50g de açúcar
  • 50g de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de chocolate em pó
Mousse de chocolate amargo:
  • 200g de chocolate meio amargo picado
  • 200g de creme de leite UHT
  • 100g de chantilly em ponto mole
  • 2 colheres de chá de gelatina sem sabor
  • 2 colheres de sopa de água fria

Mousse de chocolate ao leite:
  • 200g de chocolate ao leite picado
  • 200g de creme de leite UHT
  • 100g de chantilly em ponto mole
  • 2 colheres de chá de gelatina sem sabor
  • 2 colheres de sopa de água fria
Mousse Branco:
  • 200g de chocolate branco picado
  • 200g de creme de leite UHT
  • 100g de chantilly em ponto mole
  • 2 colheres de chá de gelatina sem sabor
  • 2 colheres de sopa de água fria
Coulis de Framboesa: (Opcional)
  • 250g de framboesa congeladas
  • 1 xícara de chá de açúcar
  • Suco de 1/2 limão

MODO DE PREPARO:
Massa:
Bater os ovos com o açúcar até formar um creme fofo.Tirar da batedeira, acrescentar a farinha e o chocolate em pó e leve para assar em forno médio.

Mousse de Chocolate Amargo (enquanto uma mousse gela, faça a outra):
Coloque o chocolate meio amargo com o creme de leite em fogo baixo, até que derreta completamente. Deixe amornar. Hidrate a gelatina na água, leve em banho-maria ou forno microondas para derreter e misture todos os ingredientes.

Mousse Chocolate ao Leite:
Coloque o chocolate ao leite com o creme de leite em fogo baixo, até que derreta completamente. Deixe amornar. Hidrate a gelatina na água, leve em banho-maria ou forno microondas para derreter e misture todos os ingredientes.

Mousse Branco:
Coloque o chocolate branco com o creme de leite em fogo baixo, até que derreta completamente. Deixe amornar. Hidrate a gelatina na água, leve em banho-maria ou forno microondas para derreter e misture todos os ingredientes.

Coulis de Framboesa:
Misture tudo e leve ao fogo por 5 minutos. Coloque em uma peneira e separe a polpa da calda. Utilize somente a polpa.

Montagem:
Em uma forma com aro removível coloque a massa e por cima a mousse de chocolate amargo. Deixe na geladeira por 30 minutos. Coloque metade do coulis de framboesa (opcional) e por cima a mousse de chocolate ao leite. Leve novamente à geladeira por 30 minutos. Coloque o restante do coulis e por cima a mousse branca. Deixe por 6 horas na geladeira antes de desenformar.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cheesecake rápido de ricota e goiabada


Essa receita "assemelha-se" só um pouco ao cheesecake original, já que este é assado e aquela não. Mas é fácil de fazer e fica muito gostosa, além de ser uma sobremesa "chique". Ah, e fica também bem mais barata, pois o cheesecake original leva 3 embalagens de cream cheese (a um custo de +/-12 reais, sem contar as indispensáveis e também caras amoras para a calda), enquanto que a receita que posto agora leva só uma embalagem de ricota, que custa uns 4 reais e vai muito bem com meio pacote de goiabada como cobertura, que vai custar menos de 2 reais.
Para a massa:
  • um pacote e meio de biscoito maizena
  • 100 g de manteiga em temperatura ambiente

Misturar com uma colher ou com as mãos, formando uma farofa, e forrar uma fôrma de aro removível (preferencialmente) apertando bem a farofa contra o fundo e os lados da fôrma. Não precisa fazer muito alto nos lados, bastam uns 3 cm. Se você não tiver uma fôrma de aro removível, pode fazer em qualquer uma redonda, mas só coma a torta pelo menos 24h depois de feita, pois a umidade adquirida ajuda a desgrudar a massa da fôrma.

Para o recheio:
  • uma lata de leite condensado
  • 300g de ricota (quase um pacote inteiro, que tem 400g)
  • uma lata de creme de leite
  • um pacotinho de gelatina sem sabor, dissolvida de acordo com as instruções da embalagem
É só bater os três primeiros ingredientes no liquidificador e misturar bem a gelatina derretida com uma colher. Despejar sobre a fôrma com a massa de biscoitos e levar para gelar por, pelo menos, 2 horas (melhor de um dia para o outro).

Para a calda:

  • meio pacote (do pequeno) de goiabada (a tradicional, pois a cascão não derrete fácil)
  • meio copo de água
Leve ao fogo e mexa até desfazer a goiabada por completo. Deixe esfriar e aplique a calda sobre a torta gelada. Você pode também, alternativamente, usar um vidro de geléia de goiabada ou outro sabor de sua preferência, também dissolvida em um pouco de água.

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